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13/JAN /2013Criada em Israel a vacina contra a doença do carrapato 

DESCOBERTA ACIDENTAL PODE SALVAR CÃES




Descoberta acidental pode salvar cães 
Matéria extraída do site www.pastoralemao.com.br  

Durante testes para o estudo de bactérias em animais, pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém conseguiram desenvolver uma vacina contra a erliquiose monocíclica canina, a chamada "doença do carrapato", uma das enfermidades mais comuns, contagiosas, dolorosas e fatais para cachorros. A doença leva cães a sofrerem com coceiras, febre, falta de apetite, sangramento pelo nariz e fraqueza, além de causar morte em casos mais graves. Ela também afeta raposas, lobos e outros canídeos, além de gatos e até mesmo humanos, mesmo que com mais raridade. 

A novidade foi revelada quando uma equipe da Escola de Veterinária Koret, em Rehovot (Sul de Israel), ligada à Universidade Hebraica, desenvolvia DESCOBERTA VACINA CONTRA DOENCA DE CARRAPATOS - projetos a partir de bactérias relacionadas a cães. Em certo momento, os pesquisadores perceberam que uma das bactérias, a Ehrlichia canis, que causa a erliquiose monocíclica canina, estava reagindo de forma estranha 

- Estávamos lidando com outra pesquisa quando notamos que a bateria que estávamos usando experimentava mudanças, estava enfraquecendo. Esse foi o momento em que eu e meu colega, o professor Gad Baneth, decidimos checar se essa tendência poderia ser usada como vacina - conta Shimon Harrus, da Escola de Veterinária Koret. - A pesquisa provou que estávamos certos. 

A vacina se mostrou efetiva num estudo experimental cujos resultados foram publicados na edição de dezembro da "Vaccine". Ela foi desenvolvida a partir de um tipo de vírus atenuado da Ehrlichia canis. Doze cães foram divididos em três grupos. Quatro foram vacinados duas vezes com o vírus atenuado, quatro foram inoculados apenas uma vez e os outros quatro serviram de grupo de controle. Os cachorros vacinados não mostraram nenhum sinal da doença depois de serem inoculados e nem sofreram com efeitos colaterais. Depois, todos os cães foram posteriormente infectados com o tipo mais grave do vírus. O grupo de controle desenvolveu a doença de maneira severa. Quanto aos oito cães vacinados, só três apresentaram uma febre baixa. Os outros cinco animais permaneceram saudáveis. 

Até hoje, a única forma de evitar que cachorros contraíssem a doença era mantê-los distantes de carrapatos, tratá-los com carrapaticida ou limpá-los constantemente - o que é muito difícil, já que cada carrapato coloca nada menos do que quatro mil ovos. 




 

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